Mais uma consulta, mais uma eco. O bom que são aqueles minutos em que estamos ali a olhar para um monitor e a ver as imagens dos nossos pipoquinhas a saltitar e às turras um com o outro... se bem que na maior parte das vezes eu nem consiga decifrar uma mão, mas a doutora diz que está tudo bem e os gémeos a crescer muito bem. É o que se quer ouvir! 😊
Assim, o B está com aproximadamente 560gr e sempre a tapar a cara:
E o A está com aproximadamente 620gr:
E nós estamos assim:
Nesta consulta falamos um pouco sobre o parto e sobre os meus medos. A doutora desde logo me "assegurou" que quase de certeza será cesariana. 😏 Primeiro porque a grande maioria de partos gemelares são de cesariana, não se querem correr riscos, nem para os bebés nem para a mamã, e depois porque a natureza sabe o que faz e normalmente eles na fase final de gravidez ficam na posição de beliche. Quanto às minhas dúvidas sobre as anestesias, a doutora diz que não há problema algum com a epilepsia e outras anestesias, como a epidural ou "raki". Eu confio plenamente na médica, mas também acredito em mim. Por isso, no que depender de mim, farei o que estiver ao meu alcance para que o parto decorra dentro da normalidade, por parto natural. Tenho a experiência do parto do Quévin. Em pleno trabalho de parto, a enfermeira entrou no quarto e observou através do CTG e constatou que o bebé estava em sofrimento e saiu a correr para chamar o médico para se partir para a cesariana. Eu controlei-me na respiração, fiz o que me tinham ensinado nas aulas de preparação para o parto e o que é certo é que quando o médico entrou no quarto constatou que estava tudo bem com o bebé e lá continuei nos meus exercícios e o Quévin nasceu de parto normal, sem epidural, algum tempo depois.
O Quévin... bem o Quévin enquanto está em casa não me larga a barriga. 😊 Fala com os manos pelo umbigo, 😳 faz festinhas, canta para eles... enfim, uma ternura que só visto.





